Escritor Édi Ribeiro participa de Rodada de Perguntas com alunos da Escola Porfírio Pimentel

Escritor Édi Ribeiro participa de Rodada de Perguntas com alunos da Escola Porfírio Pimentel




O escritor macaubalense Édi Ribeiro participou no início do mês, de um Rodada de Perguntas com alunos do 6º ano A, da Escola Estadual Profírio Pimentel, de Macaubal. Na oportunidade, os educandos puderam tirar várias dúvidas sobre o papel da escrita e do seu livro, Letras que Voam.

A visita faz parte do trabalho adaptado – Situação Fictícia, desenvolvido durante o terceiro bimestre na disciplina de português, ministrada pela Professora Elaine Marques, com apoio da diretora Beth Nimer e do vice-diretor Niltonio Pirondi. Em várias situações de aprendizado, foi trabalhada uma situação fictícia com o objetivo de refletir sobre o papel da leitura e da escrita na vida dos educandos.

A situação (fictícia) se resume em: um grupo de alunos do 6º ano se envolve em um Concurso Literário. Durante o processo, eles são inseridos em um contexto significativo que envolve várias ações – pesquisas, oficinas de leitura e de escrita, roda de leitura sobre diversos gêneros textuais, debates, tomada de decisões, seleção dos melhores textos e, para finalizar, a visita de um escritor à sala de aula, onde poderiam fazer várias perguntas a ele.

“Confesso que fiquei tão ansiosa quanto os meus alunos com esse encontro que foi maravilhoso”, disse a professora Elaine Marques.

Sobre o escritor

Édi Ribeiro, 48 anos, nasceu na cidade de Macaubal. É professor de inglês com formação em Letras – Inglês/Português. Começou a postar texto/crônicas em redes sociais e em pouco tempo chamou a atenção de jovens e adultos. Possui 18,3 mil seguidores no instagram.

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Sobre o Livro

Em sua primeira obra publicada, Édi Ribeiro compartilha com o leitor uma mistura de ficção e realidade.

Neste percurso, o autor nos conduz ora ao riso, ora ao choro, em um irresistível convite à reflexão sobre assuntos que, embora corriqueiros, têm profundo impacto em nosso dia a dia.

Na sala de aula ou à mesa de um restaurante fastfood com ex-alunos, sentado na calçada em uma noite de luar, no Pronto Atendimento ou na UTI de um hospital, por meio de cenários simples e realistas, o autor nos envolve em suas memórias e reflexões, e nos convida a percorrer suas histórias conduzindo-nos ao riso, à comoção, ao choro e à reflexão, com estilo intimista, leve e descontraído.

Assim, quer por ver-se às voltas com um contratempo doméstico, quer por compadecer-se com a fragilidade humana, o leitor não raro vai se identificar com as histórias em Letras que Voam, uma obra que diverte e comove.

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